Tudo o que vem à rede é peixe

15
Fev 09
Carta de Obama a Cavaco pede colaboração para “edificar um mundo mais seguro” 
15.02.2009 - 13h54 Lusa

 

 

O Presidente da República recebeu esta semana uma mensagem do Presidente dos Estados Unidos, em que Barack Obama reconhece a importância do relacionamento com Portugal e manifesta o desejo de trabalhar com Cavaco Silva para "edificar um mundo mais seguro".

"Estou confiante em que poderemos trabalhar em conjunto, nos próximos quatro anos, num espírito de paz e amizade, com vista a edificar um mundo mais seguro. É meu desejo trabalhar com Vossa Excelência nesse esforço e na promoção das boas relações entre os nossos países", lê-se na missiva a que a Lusa teve hoje acesso.

Na mensagem, Barack Obama agradece também as felicitações enviadas por Cavaco Silva a 5 de Novembro, quando o novo Presidente dos Estados Unidos foi eleito, manifestando-se muito sensibilizado com a missiva que apreciou "particularmente".

Na carta agora enviada ao chefe de Estado português, Barack Obama reconhece ainda existir "um quadro de desafios", que poderão, de melhor maneira, ser enfrentados em conjunto.

Por outro lado, salienta ainda o Presidente dos Estados Unidos, também existem "excelentes oportunidades que, se abordadas com eficácia, poderão contribuir para promover os objectivos da nossa aliança".

"Ao darmos início à nossa colaboração, estou absolutamente convicto da importância fundamental do nosso relacionamento", acrescenta ainda Barack Obama. Na mensagem enviada por ocasião da eleição de Barack Obama como Presidente dos Estados Unidos, Cavaco Silva tinha também manifestado a convicção de que os "laços de amizade" que unem Portugal e os Estados Unidos e a "estreita cooperação" que caracteriza a relação bilateral entre os dois países nos mais diversos domínios "encontrarão novas oportunidades para se reforçarem e expandirem".

Na missiva que enviou no início do Novembro, o Presidente da República tinha igualmente sublinhado o "papel da significativa comunidade de portugueses e luso-descendentes residentes nos Estados Unidos da América", considerando tratar-se de um importante elo de ligação entre os dois países.

"Estou certo de que a acção de Vossa Excelência constituirá um contributo determinante para a necessária coordenação de esforços a nível internacional a que obrigam os desafios com que o mundo se confronta. Só assim seremos capazes de ultrapassar os problemas que se nos colocam e de tirar partido das oportunidades que se nos oferecem", lia-se ainda na mensagem enviada por Cavaco Silva ao Presidente dos Estados Unidos.

Desde que tomou posse como Presidente da República, em Março de 2006, Cavaco Silva esteve nos Estados Unidos duas vezes: em Junho de 2007, quando abriu em Washington a exposição "Abraçando o Globo: Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII" e em Setembro de 2008, em Nova Iorque, por ocasião da Abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Nesta altura, em 2007, o chefe de Estado deslocou-se a Boston, Massachusetts, onde se encontrou com o Governador Deval Patrick, reuniu-se com a secção dos EUA do Conselho das Comunidades Portuguesas e visitou as comunidades lusas em Hudson, Fall River e New Bedford (todas no estado de Massachusetts) e, ainda, em Newark, no estado de New Jersey.

Enquanto primeiro-ministro, Cavaco Silva esteve na Casa Branca, no âmbito de visitas oficiais aos EUA, a convite de três Presidentes norte-americanos: Ronald Reagan, George H. Bush e Bill Clinton.

O encontro com Bill Clinton aconteceu pouco tempo antes de os representantes da comunidade luso-americana terem, pela primeira vez, sido recebidos na Casa Branca por um Presidente norte-americano.

Fonte: http://www.publico.clix.pt/

 

publicado por RiViPi às 23:27

11
Fev 09

Madrid, 10 Fev (Lusa) - Os Governos de Espanha e Portugal estudam realizar Conselhos de Ministros conjuntos no futuro, dada a actual intensidade das relações bilaterais, revelou hoje o ministro espanhol dos Negócios Estrangeiros, Miguel Angel Moratinos.

O chefe da diplomacia espanhola fez a afirmação no Parlamento, ao ser questionado sobre a XXIV Cimeira Ibérica, que teve lugar em Zamora, a 22 de Janeiro, e que Moratinos qualificou como uma das "mais conseguidas" realizadas até agora, "para não dizer a com mais êxito".

O alargado número de ministros que participaram nela - 12 espanhóis e 13 portugueses - abre caminho a que "muito provavelmente" se realizem Conselhos de Ministros conjuntos no futuro, acrescentou o ministro, que não adiantou mais informação sobre o projecto.

Moratinos destacou, por outro lado, o carácter simbólico da próxima Cimeira Ibérica, a vigésima quinta, que coincidirá com o aniversário da assinatura da acta de adesão da Espanha e Portugal à Comunidade Económica Europeia.

Na opinião de Moratinos, a intensidade dos projectos de cooperação em marcha faz com que a fronteira entre os dois países "desapareça" e se fale mais de uma "política de proximidade" entre vizinhos.

O chefe da diplomacia espanhola reforçou o desejo comum de criar um autêntico "mercado único ibérico" e de Madrid e Lisboa trabalharem juntas na União Europeia (UE), América Latina e outros palcos do mundo.

A agência Lusa tentou obter um comentário do Ministério português dos Negócios Estrangeiros mas tal não foi possível uma vez que o ministro Luís Amado se encontra na Austrália.

TM.

Lusa/Fim

publicado por RiViPi às 21:33

16
Jan 09

Os 'Quiriquiriquiriquiriqui' a negro

O Expresso acompanhou o primeiro dia da pré-campanha eleitoral à Câmara de Lisboa de Neto e Falâncio - os "Homens da Luta" do humor português. De megafone na mão e bigode à PREC, os irmãos radicais escolheram locais estratégicos, espreitaram a agenda dos nossos políticos, e apareceram de forma estridente para criar confusão e atormentar. A luta é negra!

 

publicado por RiViPi às 01:31

27
Jul 08

Distinguido escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro

 

Lisboa, 26 Jul (Lusa) - O escritor brasiliro João Ubaldo Ribeiro foi hoje distinguido com o Prémio Camões 2008, o mais importante galardão atribuído a autores de língua portuguesa.

É o oitavo escritor brasileiro a ser distinguido com este prémio, que na sua edição anterior foi para o português António Lobo Antunes.

Instituído pelos governos português e brasileiro em 1988, o Prémio distingue, anualmente, um autor que, pelo conjunto da sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua portuguesa.

Este ano, o vencedor foi escolhido por um júri de que fazem parte Maria de Fátima Marinho, professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Maria Lúcia Lepecki, professora catedrática da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Marco Lucchesi, escritor e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ruy Espinheira Filho, escritor, jornalista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), João Meio, poeta e jornalista angolano, e Corsino Fortes, diplomata e presidente da Associação de Escritores Cabo-verdianos.

Miguel Torga inaugurou em 1989 - o primeiro ano da atribuição do prémio - a lista dos vencedores.

Desde então, foram distinguidos nove autores portugueses, oito brasileiros, um moçambicano e dois angolanos. Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau não viram ainda qualquer dos seus escritores premiado.

ARP/NVI/RMM.

Lusa/Fim

 

 Sociedade de Autores pede a júri que justifique limitação a brasileiros

TSF - O vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) aplaudiu, este sábado, a atribuição do Prémio Camões a João Ubaldo Ribeiro, mas estranhou a decisão do júri de nesta edição apenas avaliar escritores brasileiros.
 

De Ubaldo Ribeiro, José Jorge Letria distinguiu a capacidade de «combinar a inovação no processo narrativo com um olhar muito interventivo e atento da realidade contemporânea».

Para o vice-presidente da Direcção da SPA, o escritor brasileiro «representa a verdadeira ponte cultural entre duas realidades transatlânticas», sublinhando que a atribuição do Prémio foi «justa» e que Ubaldo Ribeiro «há muito a merecia».

Letria considerou ainda que a distinção veio «num bom momento», uma vez que Portugal assumiu sexta-feira a presidência da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

Quanto à decisão do júri de só analisar no concurso deste ano escritores brasileiros, apelou a que sejam apresentadas as razões para este «regime de excepção».

«Se não forem apresentadas razões parece-me injustificável. Em abstracto não me parece haver justificação. Espero que o júri apresente razões. Não me parece aceitável esse regime de excepção», comentou em declarações à agência Lusa.
 

 

Vídeo: O escritor, e vencedor do Prémio camões, falou aos jornalistas no final da cerimónia de entrega do galardão, para lembrar os escritores brasileiros esquecidos

 

 

 

publicado por RiViPi às 00:48

18
Jun 08
Henrique Monteiro - Lá pagaram aos 'malditos camionistas'
 
 
8:00 | Segunda-feira, 16 de Junho de 2008  Expresso
 

Vindo do nada, sem estar enquadrado, um grupo de pessoas determinadas quase conseguiu paralisar o país. Quem quiser um retrato fiel da crise política e de valores em que vivemos, aqui o tem.

As razões dos camionistas (ou proprietários de camionetas, uma vez que se tratou de um "lock out" e não de uma greve) são compreensíveis. A subida dos combustíveis deixa-os numa situação complicada. Mas a questão essencial coloca-se da seguinte forma: quem deve pagar por isso, eles que têm o negócio, ou todos nós, através dos nossos impostos?

A resposta dos camionistas é simples: devemos todos pagar os prejuízos do seu negócio.

Podemos discordar, é certo. Mas, nesse caso, os camionistas têm outra resposta simples, que aliás puseram em prática: se não pagarem, paramos o país.

Foi perante este dilema que o Governo foi colocado.

E o Governo, acabou por ceder. A palavra ceder não é escrita com acrimónia ou desconfiança. Na realidade, este Governo (ou outro) dificilmente poderia proceder de modo diferente, porque o país não podia parar.

Neste conflito, infelizmente, os princípios gerais não tinham hipótese de prevalecer sobre interesses particulares. Porque, caso os princípios prevalecessem, os camionistas não deviam levar um tostão nem que andássemos todos a pé e fôssemos obrigados a jantar à luz das velas (caso não estivessem esgotadas).

Teoricamente o Estado deveria ter sido implacável. Primeiro, porque o "lock out" é constitucionalmente proibido (artº 57º). Em segundo lugar, porque o prejuízo dos camionistas não deveria ser distribuído por todos os portugueses (o que vai acontecer); aliás, estes já são fortemente prejudicados pelo aumento dos preços e pelas elevadas taxas de juro na habitação. Em terceiro lugar, porque a liberdade de circulação de pessoas e bens deveria ter sido assegurada, ainda que com repressão, pelas forças da ordem.

Mas tinha o Estado força e capacidade para aguentar a pressão? Era isso que os cidadãos queriam? Ou, ao fim e ao cabo, todos nós preferimos que pagassem a esses 'malditos camionistas' para que tenhamos de novo combustíveis nas bombas?

Creio - infelizmente - que esta é a resposta honesta que a maioria dá a si mesmo. Por isso, indignarmo-nos com a cedência do Governo pode ser simples figura de estilo.

Pessoalmente, no entanto, penso que a prudência nos deveria ter aconselhado à resistência. Assim, ficaremos um dia, de novo, nas mãos de um qualquer pequeno grupo.

Henrique Monteiro

publicado por RiViPi às 11:37

17
Jun 08

Macau, China, 17 Jun (Lusa) - As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 80,3 por cento nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao período homólogo de 2007, indicam dados oficiais a que a Lusa teve hoje acesso.

Macau, China, 17 Jun (Lusa) - As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 80,3 por cento nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao período homólogo de 2007, indicam dados oficiais a que a Lusa teve hoje acesso.

De acordo com os dados, entre Janeiro e Abril de 2008, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa totalizaram 21,14 mil milhões de dólares (cerca de 13,6 mil milhões de euros).

No mesmo período de 2007, as trocas comerciais contabilizaram apenas 11,7 mil milhões de dólares (7,55 mil milhões de euros).

A China e os países de língua portuguesa definiram em 2006 como meta para 2009 trocas comerciais globais de 50 mil milhões de dólares, número que já em 2008 será ultrapassado, tendo em consideração não só os valores atingidos em 2007 como os aumentos registados nos primeiros quatro meses de 2008.

O Brasil continua a ser o principal parceiro lusófono do continente chinês, com as trocas comerciais bilaterais a subirem 64,7 por cento nos primeiros quatro meses deste ano e as vendas brasileiras a subirem 56,2 por cento para 6,93 mil milhões de dólares (4,47 mil milhões de euros) e as importações a aumentarem 77,6 por cento para 5,13 mil milhões de dólares (3,31 mil milhões de euros).

Angola mantém a segunda posição entre os principais parceiros lusófonos da China com trocas comerciais globais de 8,23 mil milhões de dólares com as exportações angolanas a crescerem 128,6 por cento para 7,48 mil milhões de dólares (4,82 mil milhões de euros) e as importações 138 por cento para 742,5 milhões de dólares (479 milhões de euros).

Já Portugal, o terceiro parceiro comercial da China entre os lusófonos, viu as trocas comerciais bilaterais caírem 0,2 por cento para 698,2 milhões de dólares com as vendas portuguesas a caírem 37,9 por cento para 94,2 milhões de dólares (60,8 milhões de euros) e as compras a aumentarem 10,9 por cento para 604 milhões de dólares (390 milhões de euros).

No global, as importações chinesas do espaço lusófono aumentaram 84 por cento para um total de 14,55 mil milhões de dólares (9,4 mil milhões de euros) e as exportações para os países de língua portuguesa registaram um crescimento de 72,5 por cento para 6,59 mil milhões de dólares (4,25 mil milhões de euros).

O comércio entre a China e os Países de Língua Portuguesa cresceu 35 por cento em 2007 para 46,35 mil milhões de dólares (29,93 mil milhões de euros).

O comércio entre a China e os países de língua portuguesa mantém uma forte tendência de crescimento, iniciada em Outubro de 2003 com o estabelecimento do Fórum para Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa que tem na Região Administrativa Especial de Macau uma base de apoio de contactos e promoção.

JCS.

Lusa/fim

publicado por RiViPi às 11:46

01
Jun 08
O Partido Social Democrata elegeu como presidente uma das suas figuras: Manuela Ferreira leite. Nos seus 34 anos de vida, esta é a primeira vez que o partido elege uma mulher para presidente. Algo pouco normal em Portugal. A palavra presidente continua sendo do género masculino, juntando-se sempre que necessário o artigo feminino. A 16ª presidente do PSD promete, numa situação que é cada vez mais comum em Portugal, aquilo que todos esperam. Isto é, o caminho para o poder.

 

Página de candidatura de Manuela Ferreira Leite
 
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Miguel Relvas ao Expresso

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Vídeo

DESCRIÇÃO Manuela Ferreira Leite deslocou-se até Lamego para apresentar as razões da sua candidatura à liderança do PSD

 

 

 

 

Vídeo

DESCRIÇÃO Manuela Ferreira Leite contra candidatura de Santos Ferreira

 

 

 

 

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DESCRIÇÃO Teixeira dos Santos anunciou que o défice vai situar-se abaixo dos 3%

 

 

 

 

Vídeo

DESCRIÇÃO Manuela Ferreira Leite não apoiou Marques Mendes

 

 

 

 

Vídeo

DESCRIÇÃO Manuela Ferreira Leite critica chumbo de empréstimo da CML

 

 

 

 

Vídeo

DESCRIÇÃO Fernando Negrão elogia Manuela Ferreira Leite

 

 

 

 

Vídeo

DESCRIÇÃO Para o ex-ministro das Finanças o melhor candidato para a presidência do PSD é sem dúvida Manuela Ferreira Leite.

 

 

 

publicado por RiViPi às 18:42

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Na vida nem 8 nem 80. Concordo que o exces...
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