Tudo o que vem à rede é peixe

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Jun 09
Fonte: Agência Financeira - Editado por AD   
Wednesday, 17 June 2009
ImageAs exportações portuguesas para Angola aumentaram 21,6 por cento em Abril relativamente a 2008, atingindo os 720 milhões de euros. No final de Abril ultrapassaram mil milhões de dólares (720 milhões de euros).

«Em quatro meses continua a haver uma dinâmica importante de interesse dos produtos portugueses em Angola», disse esta terça-feira o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Portugal Angola, Carlos Bayan Ferreira, durante um colóquio que decorreu em Leiria, Portugal.
publicado por RiViPi às 13:02

Fonte: Jornal de Digital - Editado por AD   
Thursday, 18 June 2009
ImageA Mota-Engil, maior empresa de construção portuguesa, vai criar a empresa de direito angolano MotaEngil Angola, uma parceria com a petrolífera Angola Sonangol e o Banco Privado Atlântico. A nova empresa vai assim reforçar a sua presença no mercado de concessões e obras públicas, mas também lançar-se em projectos de indústria e habitação.

Em curso está já um projecto para a construção de uma fábrica de perfilaria, e outra de cerâmica.

Jorge Coelho, o presidente executivo da Mota-Engil, pretende dar passos largos no projecto de desenvolver um programa de habitação «que é tão caro às autoridades angolanas»,

A Mota-Engil está presente em Angola há mais de 64 anos, e a facturação ali registada já significa entre 15 a 20 por cento do volume de negócios do grupo. A empresa será criada dentro de um ano, no máximo, com 51 por cento a pertencer à Mota-Engil Engenharia e Construção e 49 por cento pelo consórcio angolano detido maioritariamente pela Sonangol e BPA-Banco Privado Atlântico.

Jorge Coelho, afirmou estar «muito satisfeito» com o acordo estabelecido«“com um grupo económico angolano de peso» e acrescentou que «o facto da Sonangol e o BPA terem escolhido a Mota-Engil para fazer esta parceria, é sinal que o grupo tem muito valor e muitas possibilidades de crescer em Angola».
publicado por RiViPi às 12:59

Fonte: Agência Lusa - Editado por AD   
Thursday, 18 June 2009
ImageA sociedade angolana “convive com um vulcão” que poderá “explodir a qualquer momento” se não foram tomadas medidas sérias contra a pobreza e a exclusão social, alertou o escritor angolano e vencedor do Prêmio Camões, Artur Pestana “Pepetela”.

Segundo o escritor, o livro de Carvalho pode ajudar a sociedade angolana, particularmente “os que têm voz para ajudar” a tomar consciência que se convive com um vulcão.

“E se esse vulcão um dia explodir, não foi por falta de aviso”, afirmou Pepetela, acrescentando que o livro é de todo o interesse para o poder público, “a todos os níveis”.

“Pois que o papel dos sociólogos não é decididamente o de propor políticas, acaba sempre por sugerir temas de reflexão, que, de alguma forma, influenciam determinas escolhas”, frisou.

Sobre os deficientes físicos, grupo social mais marginalizado em Angola, de acordo com o autor do livro, acrescentando ser “um desperdício” a quantidade de pessoas que poderiam ser úteis à sociedade.

“No universo estudado pelo autor, mais de metade dos interrogados dizia ter uma profissão, no entanto, cerca de dois terços não conseguem arranjar emprego. Que desperdício!”, disse Pepetela.

Exclusão

De acordo com o escritor, o estudo de Paulo de Carvalho que denominou “os excluídos dos excluídos” mostra que se a grande maioria da população de Luanda sofre de exclusão social, de pobreza, de injustiças, “os deficientes físicos sofrem mais”.

O escritor e Prémio Camões em 1997, Pepetela, que também é sociólogo, não deixou de fazer referência à questão da pobreza, onde Carvalho analisou brevemente na obra a formação da nova burguesia, exemplificando os meios utilizados por essa classe para monopolizar os bens públicos.

“Não é objecto do trabalho, mas é evidente que não se pode falar seriamente em Angola de exclusão social sem se referir aos que beneficiam ilicitamente da exclusão dos outros”, afirmou Pepetela.

No final, Pepetela encoraja o autor a “continuar nessa senda”, contribuindo com o seu trabalho de recolhimento e análise para o aviso sobre a sociedade que está sendo criada e com indicações dos perigos que “fervilham neste caldeirão de Luanda”.

“Espero que continue nessa senda, com toda a coragem necessária. Sempre haverá alguns ouvidos atentos”, concluiu.

No livro, Paulo de Carvalho chama à atenção para a existência de mais de 150 mil deficientes em Angola, os mais expostos à exclusão social e considera que são urgentes programas de acompanhamento destas pessoas para que possam inserir-se na sociedade , o que muitas vezes não acontece por causas como os preconceitos ou a falta de auto-estima, situações debeláveis com acompanhamento eficaz.
publicado por RiViPi às 12:54

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Muito bom este texto! E engraçado também!
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